quinta-feira, 20 de maio de 2010

HISTÓRICO DO DESIGN

Quer saber mais sobre toda a história do design? Sobre como ele evoluiu até chegar nas percepções que temos hoje?

Peguei uma série de matérias sobre a história do design e vou postar agora para os mais interessados.

O design gráfico existiu muito antes de haver uma palavra para design. Pensar que a História do Design é área de investigação recente é um engano.
O historiador-designer Philip Meggs comenta: «a crítica de design e a (investigação da) sua história já existe desde o século XVI». Meggs faz parte de uma tradição recente de historiadores que concluíram que a forma como se compreende a história do design gráfico não depende da estrutura tradicional da história da arte.


http://tipografos.net/glossario/design-grafico.html

O design gráfico é uma atividade que tem suas origens na pré-história com as primeiras pinturas em cavernas, como as de Lascaux e se estendem através do tempo até as luzes de neon de Ginza. Desde a história antiga até os tempos recentes da explosão da comunicação visual do século XXI, não há uma distinção clara das definições de propaganda, design gráfico e arte refinada. Afinal de contas, eles compartilham muitos dos mesmos elementos, teorias, princípios, práticas e linguagens. Na propaganda, o objetivo final é a venda de bens e serviços. No design gráfico, "a essência é dar ordem às informações, formas às idéias, expressões e sentimentos a artefatos que documentam a experiência humana"
Entendamos o Design Gráfico como uma forma de comunicar visualmente um conceito, uma idéia, através de técnicas formais. Podemos ainda considerá-lo como um meio de estruturar e dar forma à comunicação impressa, em que, no geral, se trabalha o relacionamento entre ‘imagem’ e texto.

Trecho retirado do Wikipédia. Quer continuar a ler?
http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_gr%C3%A1fico

Bom, estamos cansados de saber que wikipédia não é uma das melhores referências, então, peguei alguns outros trechos interessantes que eu encontrei:

O ser humano sempre teve a necessidade de se comunicar com seus semelhantes, até tal ponto que podemos afirmar que se o homem é o ser mais avançado da natureza, é devido, em grande parte à facilidade que teve para fazer partícipe aos demais de suas idéias de uma forma ou de outra.
As primeiras formas comunicativas foram mediante elementos visuais. Antes de desenvolverem capacidades de expressão mediante a linguagem falada, os homens utilizaram seu corpo para comunicar aos demais estados de ânimo, desejos e inquietudes através de intenções, expressões e signos, que com o tempo adquiriram a condição de "linguagem", ao converter-se em modelos de comunicação.
Embora posteriormente a linguagem falada passara a ser o meio de intercâmbio de informação mais direto, a linguagem visual continuou tendo um importante peso nas relações comunicativas, sobretudo a partir do uso de diversos materiais e suportes como meios de "modelar" mensagens visuais, como demonstram uma infinidade de desenhos em pedra e pinturas rupestres que chegaram aos nossos dias, nas quais representam elementos naturais, atividades cotidianas e diferentes signos artificiais com significado próprio.



A representação de idéias mediante gráficos teve seu maior avance com o aparecimento das linguagens escritas, que permitiram expressar cadeias estruturadas de pensamentos mediante um conjunto de elementos gráficos de significado próprio dispostos segundo uma estrutura definida, capazes de transmitir mensagens entendíveis pela comunidade.

Estas linguagens escritas estavam baseadas na representação de elementos tomados da natureza, aos que se atribuía uma interpretação particular, e também um conjunto artificial de símbolos inventados: os alfabetos. Cada um destes signos isolados tinha às vezes um significado incerto, porém unido a outros, permitiam representar graficamente a linguagem falada por cada povo ou cultura.



Como suporte físico, foi utilizada inicialmente a pedra, porém, rapidamente se buscaram outros tipos de materiais que permitiram uma maior facilidade de uso e uma maior portabilidade, como os papiros ou os pergaminhos.



Também se começaram a usar diferentes tipos de pigmentos naturais para dar um maior colorido e expressão às obras escritas e composições artísticas, e a dispor os diferentes elementos textuais e gráficos de forma harmoniosa e equilibrada, já que se apreciou que com isso se ganhava poder comunicativo, clareza e beleza. Isto pode ser apreciado na confecção dos incunábulo realizados nos monastérios, nos que se observa de forma clara a importância da "FORMA" (design) para transmitir uma mensagem.



Posteriormente, Johann Gutenberg inventou a imprensa, artefato capaz de reproduzir em grandes quantidades e de forma cômoda um original, o que tornou possível que os documentos impressos e a mensagem que continham fossem acessíveis a um grande número de pessoas.



Logo começaram a aparecer imprensas que reproduziam todo tipo de obras, cada vez mais elaboradas. Começaram-se a usar novos materiais como suporte, novas tintas e novos tipos de letras, originando o aparecimento de profissionais especializados em seu manejo, os tipógrafos e os impressores, talvez os primeiros designers gráficos como tal, já se encarregavam de compor e construir os diferentes elementos que formariam uma obra de forma que resultasse lógica, clara, harmoniosa e bela.

Outro grande impulsor do desenvolvimento do design gráfico foi a Revolução Industrial. Surgiram as fábricas e a economia de mercado, um grande número de pessoas se deslocou às cidades para trabalhar, aumentaram as lojas e os comércios e começou a concorrência entre empresas por se tornarem uma parte do mercado. Com isso, apareceu e se desenvolveu uma nova técnica comercial, a publicidade, encarregada de fazer chegar aos consumidores mensagens específicas que lhes convencessem de que um produto dado era melhor que outros análogos.



Para continuar lendo a matéria acesse: http://www.criarweb.com/artigos/711.php

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